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Comissão de Constituição e Justiça aprova punições para quem discriminar pessoas com autismo

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    Auticast
  • 15 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Projeto de lei ainda será analisado pelo Senado

Marangoni: pessoas com TEA convivem com o preconceito em todos os lugares
Marangoni: pessoas com TEA convivem com o preconceito em todos os lugares

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em caráter conclusivo, projeto de lei que prevê punições para quem praticar, induzir ou incentivar atos discriminatórios contra pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). (Continua após a publicidade).



A proposta seguirá para análise do Senado, a menos que haja pedido para que seja votada também pelo Plenário da Câmara.



Punições

As punições previstas são:


  • advertência por escrito e encaminhamento do infrator para participação em palestras educativas sobre o TEA;

  • multa de um salário mínimo no caso de pessoa física;

  • multa de cinco salários mínimos para empresas; e

  • suspensão de participar de licitações públicas.


Em caso de reincidência, as multas serão cobradas em dobro.


O texto prevê ainda a responsabilização do agente público que, no exercício de suas funções, praticar atos discriminatórios.



A proposta define discriminação contra pessoas com TEA como qualquer forma de distinção, recusa, restrição ou exclusão, inclusive por meio de comentários pejorativos, por ação ou omissão, presencialmente, por redes sociais ou veículos de comunicação.


Nova versão

A CCJ acolheu o parecer do relator, deputado Marangoni (União-SP), pela aprovação do substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência ao Projeto de Lei 1758/22, do deputado José Nelto (União-GO).


“A discriminação vivenciada pelas pessoas com TEA se manifesta de diversas formas — explícitas ou veladas —  e em variados ambientes, como escolas, ruas, restaurantes e ambientes de trabalho”, observou Marangoni, ao concordar com o autor da proposta. “Apesar dos avanços legislativos e da superação de preconceitos, persiste o desconhecimento sobre o autismo, o que gera comportamentos discriminatórios enraizados em estigmas”, acrescentou.




Internet

Em caso de publicação de qualquer conteúdo, impresso ou publicado em plataforma da internet, utilizando ou não as redes sociais, que represente discriminação contra pessoas com TEA, o material deverá ser retirado de imediato e os responsáveis punidos.


Reportagem – Noéli Nobre

Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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