Autismo e o autocuidado - uma dor invisível!
- Maria Selma Silva Corrêa

- 9 de jan.
- 1 min de leitura

Por trás do cuidado diário, das terapias, das consultas, das crises e das noites mal dormidas, existe um cansaço que quase ninguém vê. O cansaço das mães atípicas.

São mulheres que vivem em estado constante de alerta, que aprendem a decifrar sinais, antecipar crises, adaptar rotinas e lutar por direitos — muitas vezes sozinhas, sem uma rede de apoio efetiva, sem descanso e sem acolhimento.
A sobrecarga emocional, física e mental se acumula. O amor existe, mas ele não elimina o esgotamento, a culpa, a exaustão e a sensação de invisibilidade. A sociedade cobra força, resiliência e paciência, mas raramente oferece suporte real.

Quando falamos de autismo, precisamos olhar também para quem sustenta essa jornada todos os dias.
❓ Quem cuida da mãe cansada?

A Terapia Ocupacional também atua nesse cuidado, ajudando a organizar rotinas, reduzir sobrecargas, fortalecer o autocuidado e lembrar que a mãe não pode ser esquecida no processo.
Cuidar de quem cuida não é luxo. É necessidade. 💙
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Por: Drª Maria Selma da Silva Correia
Terapeuta Ocupacional - CREFITO 027493




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